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Grupo Etnográfico MilRaízes


Bailadores, tocadores, curiosos, polivalentes... procurem-nos, venham ver se gostam e se se identificam!


Quando damos notícias falamos principalmente de usos e costumes. É importante podermos mostrar em eventos diferenciados o que fazemos, o que nos foi passado oralmente. O nosso trabalho, a pesquisa e o percurso assentam na transmissão geracional, investigação de escritores, historiadores que se dedicaram à preservação das origens alfacinhas.

Falamos de pregões que ecoavam nas ruas de Lisboa, emprestando à cidade um colorido pitoresco do folclore lisboeta. Cantares ao Menino, cantares de Reis, Janeiras... Despiques, descantes, do fado dos becos e das vielas e de postigo para postigo. Bailadores de mazurcas, de polcas, de valsas introduzidas na nossa cultura e logo interpretadas e assumidas como nossas. Os trajes são cópias de peças originais, os tecidos adquiridos por todo o país. As músicas e as danças recolhidas nos arredores de Lisboa e na própria cidade. Os instrumentos são os bandolins, as violas de arame, gaitas de fole, rabecas e concertinas...

Quem nos convida? E quem nos quer ver e ouvir?

Um público diferenciado bastante abrangente. Participamos em congressos, faculdades, eventos culturais, romarias, associações, animações do INATEL, FIL e FIARTIL e agências de turismo. Colaboramos também pro bono com hospitais, igrejas, etc... Defendemos o nosso património com a dignidade que nos é peculiar.

Apelamos aos nossos colegas que se inteirem do património que o grupo representa e possui. Bailadores, tocadores, curiosos, polivalentes: procurem-nos, venham ver se gostam e se se identificam.

Terminámos o ano de 2018 com os Cantares ao Menino a 19 de dezembro no Hospital de Santa Cruz, Lisboa.

Boas Festas.

A Seccionista Iva Vieira

Publicado em 31/12/2018 (Atualizado em 03/01/2019)