Desporto

À Reconquista de Olivença

Uma história com muita História, uma manhã de nevoeiro, a memória de uma reconciliação, uma fortaleza arruinada e uma vila que é espanhola sem deixar de ser portuguesa

A manhã começou cedo. E enevoada. Tal não era a cerração que a dado momento ainda pensei vislumbrar um tal de D. Sebastião... afinal, era apenas a viseira do capacete embaciada!

Saímos cedo, rumo à primeira paragem. No Couço, aguardava-nos o 7.º elemento do nosso exército de reconquista, um café e o reencontro com o nosso digníssimo Seccionista do Motociclismo. O Aires Pereira veio ter connosco para uns momentos de confraternização e depois ainda nos guiou no percurso até à sua terra, Mora. Um grande bem haja!

E foi já depois de Mora, com mais de 100 km percorridos, que o nevoeiro desapareceu e fomos brindados com um sol magnífico que nos iria acompanhar ao longo da jornada (até que se pôs, pois o regresso foi quase todo de noite). De tal forma gostámos que se justificava uma paragem para uma foto no Vimieiro. Logo prosseguimos, porque se avizinhava a primeira paragem histórica do dia: Evoramonte...

Foi uma jornada pela História de Portugal e pelo nosso património cultural. 500 quilómetros de camaradagem e confraternização, como só a prática do Motociclismo nos consegue proporcionar.

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Publicado em 24/01/2019