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Alqueva SwimRun


Relato do Associado Luís Faria


Alqueva foi a segunda prova do circuito de Swim&Run. Tudo se prenunciava como uma prova acessível. Afinal, dificilmente poderia atingir o grau de dificuldade que nos tinha desafiado no Zêzere, com uma temperatura de água a 13ºc, acompanhada de chuva e frio.

No Alqueva, a previsão inicial era da água a 22ºc e todos desconfiámos, pois afinal ainda não era agosto e não seria no Algarve. Ainda assim, a previsão era de um dia de primavera no Alentejo. Portanto, a minha primeira dúvida era qual a toilette a levar ao evento. A dúvida não era só minha, pois até à véspera recebi telefonemas sobre questões da fatiota. Esta questão é de máxima importância e crítica, pois a escolha do equipamento apropriado vai ditar a condição e desempenho na prova. Decidi-me por... não me decidir na véspera...

Quando chegámos a Reguengos de Monsaraz, vi o Castelo de Mourão ao longe e lembrei-me logo, e toda a gente sabe, que o Alentejo é plano. No percurso do trail subíamos aos 2 castelos. Já conhecia a subida por alcatrão, apresentada no Granfondo de Évora, em ciclismo de estrada. "Ok, sem stress!".

A partida era na praia fluvial de Monsaraz. Fomos levantar os dorsais e comecei a avaliar as condições. Eram 9 horas e estava vento. Tinha frio com a minha sweatshirt do triatlo, com uma t-shirt por baixo. "Mau...!" O vento criava uma ondulação chata, miudinha e constante. "Este vento vai secar-me depressa e se a temperatura sobe... às 12h/13h cozo no fato... ou arrisco-me a ter frio na água. Há uma travessia de 1 km de natação e outras extensões grandes. "Qual o equipamento que devo escolher?". Olhei para o resto dos participantes e havia de tudo. Até vi atletas sem fato. Portanto, conclui: "Cada um por si e Deus por todos!".

Aceda aqui ao relato da prova na íntegra.

Publicado em 28/05/2018